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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

A Árvore da Vida




Depois de fazer o workshop com a Sávia Dumont, quis muito experimentar - inspirada pelos trabalhos da sua família - preencher toda a área do tecido com pontos e cores. Ainda usando a dura e rude talagarça, arrisquei fazer uma árvore com meus filhos e neta, além de um projeto de neto(a) deitadinho(a) no ninho, esperando que ele(a) se torne, em breve, real na nossa vida.



Basicamente usei ponto haste (tronco), ponto margarida (folhas) e alguns rococós no canteiro de flores. Tive dificuldade com as figuras humanas, mas a Sávia, num 2º workshop, me deu pequenas dicas como fazer bracinhos e perninhas com apenas 1 ponto chavão. O tracinho no meio do ponto cumpre o papel da articulação. Em agosto de 2008!

domingo, 15 de abril de 2012

O início dos bordados




O início foi quase "sem querer", em fevereiro de 2008. Uma proposta para criar um "jardim secreto" com linhas e fitas disponibilizadas na mesa.

Pontos? Praticamente nenhum. Aqueles da infância, da adolescência, que cada uma trazia consigo: alinhavo, ponto atrás, ponto corrente.

Novidade? Nesse dia aprendi o nó francês - que pra mim era um mistério. E logo de cara já sai usando, enchendo o céu de nozinhos amarelos.


O que a Cibele me ensinou? O nó francês e uma grande lição de vida: posso ter liberdade para bordar, não preciso ficar presa a padrões pré-estabelecidos. Em 4 aulas, ela nunca opinou sobre combinação de cores, tipo de ponto escolhido, certo ou errado. Tudo estava certo! Era o meu certo!

Além disso, ouvi falar pela 1ª vez das "irmãs Dumont". Ficou a curiosidade aguçada.